Trajetória
O Antes
Trabalhei dez anos no mercado financeiro brasileiro fazendo o que todo mundo faz: olhando carteira, sugerindo realocação, conversando sobre Selic, batendo meta de captação.
E percebi uma coisa que ninguém falava em voz alta: quase todo cliente que eu atendia — gente boa, gente que tinha construído patrimônio com trabalho — chegava para a reunião com uma planilha decorada, mas saía da reunião com a mesma angústia que tinha quando entrou.
Eles não vinham por causa de rentabilidade. Vinham porque sentiam — e nem sabiam nomear isso — que estavam construindo no escuro. Investiam, juntavam, faziam holding, faziam previdência. Mas ninguém nunca tinha desenhado, num papel só, o que aquilo tudo ia significar daqui a vinte, trinta, cinquenta anos.
A Tensão
Comecei a perceber que o problema não era a carteira. Era a ausência de um marco.
O cliente investia em tudo — ação, renda fixa, fundo, imóvel — mas não tinha um ponto fundacional para onde tudo apontasse. Sem isso, cada decisão virava um leilão isolado: “compro essa NTN-B? Vendo esse fundo? Faço holding?”
Vi famílias inteiras se desfazerem em inventário judicial porque a estrutura nunca foi plantada. Vi pais que passaram trinta anos juntando patrimônio para os filhos brigarem três meses depois do enterro.
Isso não é falha de gestão. É falha de fundação. E eu, do lado de cá da mesa, estava fazendo gestão. Estava administrando carteira. Estava sendo útil no detalhe e inútil no todo.
A Virada
O ponto de virada foi uma conversa com um cliente — chamarei de R., empresário de Belo Horizonte, hoje com patrimônio acima de cinco milhões.
Ele me disse: “Tiago, eu tenho cinco anos de relacionamento contigo e ainda não sei te dizer, em uma frase, qual é o meu plano. Sei o que tenho na conta. Não sei o que estou construindo.”
Naquela semana, parei tudo. Não vendi nada novo. Não sugeri nada. Peguei um caderno e desenhei, no papel, o que para R. faria sentido nos próximos vinte anos — não em produto, em arquitetura. Holding aqui. Sucessão aqui. Reserva aqui. Imóvel aqui. Família aqui. Empresa aqui.
Quando entreguei aquele desenho — um documento de três páginas, que chamei provisoriamente de Plano Diretor — ele olhou em silêncio por dois minutos e disse: “Foi a primeira vez que alguém me mostrou o todo. Não a peça.”
Aí eu entendi: não era de mais um gestor que o cliente precisava. Era de alguém que plantasse o marco. Daí veio a Roma.
O Depois
A Roma foi construída para fazer uma coisa que o mercado brasileiro não fazia: plantar marcos patrimoniais que atravessam gerações. Não administrar carteiras.
Hoje atendemos famílias com patrimônio acima de trezentos mil. Algumas chegam com cinco milhões, outras estão construindo. Mas todas passam pelo mesmo ato fundacional — não importa o tamanho do patrimônio.
Porque a verdade que aprendi nesses dez anos cabe em uma frase: patrimônio que você consegue olhar e explicar em uma frase, em qualquer dia da sua vida, é patrimônio que não precisa de você para sobreviver. É marco. O resto é carteira.
Se você sente que tem patrimônio mas ainda não tem o marco — é por isso que existe a Roma.
Especialidades
Áreas de atuação documentadas e exercidas continuamente em mandatos da Roma Wealth Advisory:
- Planejamento Patrimonial
- Holding Familiar
- Planejamento Sucessório
- Blindagem Patrimonial
- Wealth Management
- Family Office
- Governança Familiar
- Reforma Tributária 2026
Artigos publicados (seleção)
Conteúdo técnico autorado por Tiago no site da Roma Wealth Advisory. A produção integra prática consultiva e análise jurídico-tributária com vocabulário Roma.
Pilares conceituais
- Holding Familiar — Guia Completo
- Planejamento Sucessório — Arquitetura
- Blindagem Patrimonial — Estrutura legítima
- Alavancagem Patrimonial — Multiplicar com estrutura, não com risco
- Family Office — Como funciona e quando contratar
- Wealth Management — Visão Roma
Análises técnicas (seleção)
- O que é alavancagem patrimonial — definição estrutural
- Family office quanto custa — faixas reais por modelo
- Wealth management independente — o modelo Roma
- Desvantagens da holding familiar — análise honesta
- Single vs Multi family office — comparativo de decisão
- Reforma tributária 2026 e impacto em holdings
Ferramentas autorais
- Diagnóstico Patrimonial Roma
- Simulador de Holding Patrimonial
- Calculadora de ITCMD por estado
- Estimador de custo de holding familiar
Onde encontrar
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- Telefone Roma Wealth Advisory: +55 (31) 98448-6966
Princípios de prática
- Transparência fiduciária. Nossa remuneração é declarada ao cliente em valor explícito, sem incentivos cruzados que distorçam recomendações. Independência é a base de toda recomendação Roma.
- Substância antes de estrutura. Toda peça da arquitetura patrimonial Roma tem que fazer o que diz fazer — atos societários reais, contabilidade real, fluxos financeiros consistentes.
- Timing preventivo. Estrutura montada antes de contingência, não em reação a ela. Janela segura mínima de 2 a 3 anos.
- Recomendar não fazer quando não cabe. Quando o caso não justifica estruturação, a recomendação Roma é explícita: não criar holding, não montar family office, não contratar wealth advisor. Independência permite essa honestidade.
- Tecnologia proprietária. Toda operação Roma roda sobre plataforma proprietária — independência tecnológica, customização total e isolamento de dados por cliente.
Como conversar
O ponto de entrada é a Sessão Estratégica Inicial — 45 minutos gratuitos onde mapeamos o seu momento patrimonial, identificamos onde a engenharia faz sentido para o seu caso, e indicamos próximos passos. Em alguns cenários a recomendação é não estruturar — esse é parte do valor do modelo independente.
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