Ferramenta · Simulador 2026

Simulador de economia com holding familiar

Quanto sua família realmente economiza ao estruturar a sucessão por meio de uma holding familiar — em vez de aguardar o inventário tradicional? Esta ferramenta compara, lado a lado, o custo total nos dois cenários: ITCMD, custos de inventário, criação e manutenção da estrutura.

Use o resultado como base quantitativa para uma Sessão Estratégica. Não é uma promessa — é o ponto de partida do diagnóstico.

Parâmetros

Soma de imóveis, participações societárias e ativos financeiros.

Mais herdeiros → maior complexidade no inventário tradicional.

Tipo de bens predominante
Há cônjuge sobrevivente?

Cônjuge meeiro reduz a base transmissível em comunhão parcial.

Resultado estimado

Informe o patrimônio e os parâmetros para visualizar a comparação entre sucessão tradicional e holding familiar.

Faz sentido para a sua família?

A simulação é um ponto de partida. O número real depende de variáveis específicas — regime de bens, herdeiros menores, bens no exterior, planejamento societário existente. Em uma Sessão Estratégica de 45 minutos, conectamos o resultado ao contexto completo do seu Império Pessoal.

Perguntas frequentes sobre o simulador

Como funciona a economia tributária com holding familiar?
A economia acontece em três frentes: (1) ITCMD frequentemente menor em doação em vida do que em herança, dependendo do estado; (2) eliminação de custos de inventário (geralmente 4–8% do patrimônio em honorários advocatícios, taxas judiciais e cartoriais); (3) ganho de tempo — sucessão via holding se resolve em semanas, inventário judicial pode levar 1 a 3 anos com bens bloqueados. A magnitude depende do estado, da composição do patrimônio e da arquitetura sucessória adotada.
O simulador considera reserva de usufruto?
Sim. O cenário 'com holding' assume doação em vida das quotas da holding com reserva de usufruto vitalício — modelo padrão Roma Wealth. O Fundador mantém renda, controle administrativo e direito de voto, antecipando apenas a nua-propriedade aos herdeiros. Em muitos estados, o ITCMD incide sobre 2/3 do valor (parte da nua-propriedade), o que reduz a base de cálculo — ajuste considerado de forma conservadora na simulação.
Por que o custo de inventário é tão alto?
O inventário extrajudicial (em cartório) custa tipicamente de 1% a 2% do patrimônio: emolumentos cartoriais, honorários advocatícios e custas. Já o inventário judicial — exigido quando há herdeiros menores, testamento ou litígio — soma 4% a 8% somando custas judiciais, honorários e perícias. Em ambos os casos, há ITCMD adicional. O simulador considera o cenário judicial como base por ser o mais frequente em famílias de patrimônio relevante.
Os números do simulador são exatos?
Não. São estimativas baseadas em legislação estadual de 2026, médias de mercado para honorários e custos cartoriais, e premissas conservadoras de manutenção da holding. Variáveis reais — regime de bens do casamento, número de imóveis, presença de bens no exterior, herdeiros menores ou incapazes, eventual testamento — podem alterar significativamente os totais. Use como ponto de partida quantitativo para uma Sessão Estratégica com a Roma Wealth.
Holding familiar vale a pena para qualquer patrimônio?
Não. Em geral, abaixo de R$ 1–2 milhões em patrimônio relevante, o custo recorrente de manutenção da holding (contabilidade, declarações, eventual administrador) pode anular o ganho tributário/sucessório. Acima desse patamar, e principalmente acima de R$ 5 milhões com imóveis, a holding tende a se pagar com folga. O ponto de equilíbrio depende do estado, número de herdeiros e composição patrimonial — variáveis que esta ferramenta ajuda a quantificar.
Qual a diferença entre doação de imóveis direto e doação de quotas da holding?
Doação direta de imóveis: o ITCMD incide sobre o valor venal/mercado de cada imóvel, exige escritura pública e registro no RGI para cada bem (cartório por imóvel). Doação de quotas da holding: o ITCMD incide sobre o valor das quotas (geralmente patrimonial contábil), envolve apenas alteração do contrato social — sem cartório de imóveis, sem ITBI na transmissão das quotas. A diferença em custos cartoriais e tempo é substancial, especialmente com múltiplos imóveis.

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