Por que tratamos como um único projeto
A indústria financeira separa: o banco cuida da alocação, o contador cuida do imposto, o advogado cuida do testamento, o consultor cuida da holding. Cada um faz bem o seu pedaço; nenhum responde pelo conjunto. O resultado é estrutura patrimonial e sucessória costuradas com remendos, que custam mais e protegem menos.
A Roma trata como projeto único porque as decisões se determinam mutuamente:
- O regime de bens afeta a holding, que afeta a doação, que afeta o ITCMD, que afeta o testamento
- A alocação financeira afeta a liquidez sucessória, que afeta a necessidade de seguro
- A governança afeta o acordo de sócios, que afeta o controle do herdeiro, que afeta a continuidade da empresa
- A blindagem patrimonial afeta a substância da holding, que afeta a defensibilidade jurídica
Cuidar de cada peça isoladamente é como contratar arquiteto, engenheiro estrutural e decorador que não conversam entre si. O prédio até fica em pé, mas é caro, é feio e não dura.
A arquitetura Roma em 4 fases
Todo projeto Roma de planejamento patrimonial sucessório segue a mesma sequência. A linearidade não é burocracia — é a maneira de garantir que as decisões posteriores tenham fundamento nas anteriores.
Fase 1 — Diagnóstico. Inventário completo do patrimônio (bens, participações, passivos, jurídico-tributário em vigor), mapa da família (regime de bens, herdeiros, situação dos cônjuges, filhos em casamentos), mapa fiscal (situação no Fisco, contencioso, exposições), mapa de objetivos (o que o Fundador quer para cada bem e cada herdeiro). 30 a 60 dias.
Fase 2 — Arquitetura. As cinco perguntas estruturais — o quê, para quem, quando, sob quais regras, com que proteção. É a fase em que se desenha o Plano Diretor Patrimonial antes de escolher qualquer instrumento. 30 a 45 dias.
Fase 3 — Engenharia. Tradução da arquitetura em instrumentos jurídicos concretos: constituição da holding, contrato social, integralização de bens, acordo de sócios, doações com usufruto, pactos antenupciais, testamento público, designação de beneficiários em seguros e VGBL. 90 a 180 dias.
Fase 4 — Manutenção. Revisões anuais, atualização da estrutura conforme mudanças familiares, patrimoniais e legais. Contabilidade ativa da holding. Acompanhamento tributário e sucessório contínuo. Indefinido — é a fase em que o projeto entrega valor ao longo das décadas.
Para quem faz sentido (R$ 500k+ formação / R$ 2M+ consolidado)
O cliente Roma típico está em um destes três perfis:
- Patrimônio em formação (R$ 500 mil a R$ 2 milhões). Profissional liberal, médico, executivo, empreendedor em ascensão. Momento ideal para desenhar a arquitetura e implementar camadas básicas — pacto antenupcial, primeira holding, designação de beneficiários. Custo da intervenção é proporcionalmente baixo; o benefício temporal (anos de antecedência) é altíssimo.
- Patrimônio consolidado (R$ 2 a R$ 20 milhões). Empresário maduro, herdeiro com patrimônio recebido, casal com imóveis e participações. Momento de executar a engenharia completa — holding operacional e patrimonial, doações com usufruto, acordo de sócios robusto, governança formal. É a faixa em que o ROI do planejamento é mais explícito.
- Patrimônio significativo (R$ 20 a R$ 50 milhões+). Famílias empresárias multi-gerações, vendedores recentes de empresa, herdeiros de grandes patrimônios. Projeto inclui estruturas internacionais, family office, planejamento de continuidade da empresa, protocolo familiar formal. Acima desse patamar, a Roma atua frequentemente em parceria com escritórios internacionais.
Também faz sentido — independentemente do patamar — em momentos de transição: venda de empresa, herança recebida, divórcio, mudança de país, diagnóstico de saúde grave, nascimento de filho em segunda união.
Para quem NÃO faz sentido (Anti-ICP)
Roma Wealth recusa clientes em três perfis claros. Não é elitismo — é coerência metodológica.
- Quem busca esconder patrimônio do Fisco ou fraudar credores. Planejamento patrimonial Roma é integralmente lícito. Não atendemos pedidos de blindagem contra dívidas já contraídas, sonegação ou ocultação de bens em curso de execução. Esses são usos ilegais — e fragilizam toda a estrutura.
- Quem busca retorno financeiro garantido de curto prazo. Planejamento patrimonial sucessório é estrutura, não investimento. Não promete e não entrega rentabilidade. Quem confunde os dois (é mais comum do que parece) acaba frustrado em ambos.
- Quem quer "terceirizar a sucessão". O Fundador precisa participar das decisões. Quem delega completamente o desenho ("vocês decidem por mim") costuma ter projetos que não duram — porque a arquitetura precisa refletir sua intenção real, não uma intenção genérica.
Em metade das Sessões Estratégicas, recomendamos não contratar agora. Honestidade no início é a maior proteção do cliente — e da nossa metodologia.
O resultado típico em 24 meses
Aos 24 meses de projeto, um cliente Roma típico tem:
- Estrutura societária consolidada — holding constituída, integralizada e em operação real, com contabilidade mensal e atas anuais
- Patrimônio com governança formal — acordo de sócios em vigor, regras de saída, direito de preferência e exclusão de cônjuge formalizadas
- Instrumentos sucessórios em vigor — testamento público registrado, doações com usufruto efetivadas, seguros e VGBL com beneficiários designados
- ITCMD antecipado em alíquotas menores, quando o estado e o momento são favoráveis, com economia tributária documentada
- Liquidez sucessória dimensionada — caixa e seguros suficientes para cobrir ITCMD e custas sem venda forçada de ativos
- Protocolo familiar escrito — regras de continuidade do controle, papéis dos herdeiros, sucessão da gestão
- Mapa de manutenção — calendário anual de revisões, contabilidade, atualizações
A família passa a operar com previsibilidade onde antes havia improviso. O patrimônio deixa de ser uma pilha de bens e contas em nomes diversos, e vira um sistema coordenado — defensável, eficiente, transmissível.
Como funciona a Sessão Estratégica
Todo projeto Roma começa pela Sessão Estratégica Inicial. É uma conversa de 45 minutos, gratuita e sem compromisso, conduzida por um sócio da Roma. Não é venda — é o equivalente a uma consulta inicial com um arquiteto antes do projeto.
Na Sessão:
- Entendemos a situação patrimonial, familiar, empresarial e fiscal
- Identificamos os pontos críticos — o que protege, o que não protege, o que é urgente
- Devolvemos um diagnóstico preliminar — quais instrumentos fariam sentido, em que ordem, com que range de custo e prazo
- Recomendamos um caminho — seja contratar a Roma, seja seguir com seu time atual, seja não fazer nada agora
Em todos os casos, o cliente sai da Sessão com mais clareza do que entrou. Mesmo quando não há contratação, a Sessão paga seu próprio valor em direção.
Para conhecer também os instrumentos complementares ao planejamento, veja a página de holding familiar e a página de blindagem patrimonial.
Comece pela Sessão Estratégica.
45 minutos com um sócio da Roma. Gratuito, sem compromisso. Você sai com um diagnóstico preliminar do seu caso — quais instrumentos fariam sentido, em que ordem, com que range de custo e prazo.
Agendar Sessão EstratégicaPerguntas frequentes
- Qual a diferença entre planejamento patrimonial e planejamento sucessório?
- Planejamento patrimonial cuida do patrimônio em vida — estrutura, alocação, blindagem, governança. Planejamento sucessório cuida da transmissão entre gerações. Na Roma Wealth tratamos os dois como um único projeto, porque estrutura patrimonial mal feita inviabiliza sucessão eficiente, e sucessão sem estrutura é apenas inventário caro.
- Para quem faz sentido contratar planejamento patrimonial sucessório?
- Para famílias com R$ 500 mil em formação patrimonial ou R$ 2 milhões consolidados. Abaixo desses patamares, o custo do projeto não se justifica frente ao patrimônio. Acima, o custo da inação supera com folga o investimento. Também faz sentido em momentos de transição: venda de empresa, herança recebida, divórcio, mudança de país.
- Para quem NÃO faz sentido?
- Não faz sentido para quem busca esconder patrimônio do Fisco, fraudar credores ou blindar dívidas já contraídas — esses são usos ilegais e a Roma Wealth recusa esses clientes. Também não faz sentido para quem espera retorno financeiro garantido de curto prazo: planejamento é estrutura, não investimento. E não faz sentido para quem não está disposto a participar das decisões — clientes que querem 'terceirizar a sucessão' costumam ter projetos que não duram.
- Quanto tempo dura um projeto completo?
- A implementação inicial costuma levar entre 6 e 24 meses, dependendo da complexidade patrimonial. A fase de diagnóstico e arquitetura concentra-se nos primeiros 60 a 90 dias. Constituição de holding, integralização de bens e elaboração de instrumentos ocupa os meses seguintes. Após a implementação, a manutenção é anual e estável.
- Quanto custa o planejamento patrimonial sucessório Roma?
- Para patrimônios entre R$ 2 e R$ 20 milhões, a implementação inicial costuma ficar entre 0,5% e 2% do patrimônio envolvido. A Sessão Estratégica Inicial é gratuita e dimensiona o projeto antes de qualquer contratação. O custo da inação (ITCMD cheio, inventário litigioso, perda de oportunidade tributária) tende a ficar entre 5% a 15% do patrimônio somando ITCMD, custas, honorários e deságio de ativos ilíquidos — faixa ampla porque depende do estado, do litígio e da liquidez — na maioria dos cenários comparáveis, o planejamento se paga.
- Como funciona a Sessão Estratégica Inicial?
- É uma conversa de 45 minutos, gratuita e sem compromisso, em que entendemos a situação patrimonial, familiar e empresarial, e devolvemos um diagnóstico preliminar — quais instrumentos fariam sentido, qual a ordem de execução, qual o range de custos e prazos. Não é venda: é o equivalente a uma consulta inicial com um arquiteto antes do projeto. Em metade dos casos, recomendamos não fazer nada agora — ou recomendamos um caminho mais simples que o cliente esperava.
- Que resultados esperar em 24 meses?
- Estrutura societária consolidada (holding integralizada e em operação), patrimônio com governança formal documentada, instrumentos sucessórios em vigor (testamento, doações com usufruto, seguros designados), ITCMD antecipado em alíquotas menores quando aplicável, e protocolo familiar — regras de continuidade do controle — escrito e aceito pelos envolvidos. A família passa a operar com previsibilidade onde antes havia improviso.
- Vocês atendem patrimônio fora do Brasil?
- Sim, com escritórios parceiros em jurisdições relevantes. A Roma coordena a arquitetura integrada Brasil-exterior; a engenharia local é executada com parceiros credenciados em Portugal, Estados Unidos, Suíça, Cayman e outros centros financeiros, dependendo do perfil. Não vendemos estruturas internacionais como produto de prateleira: indicamos quando faz sentido e recomendamos não usar quando não faz.
